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YULE – Solstício do Inverno

21/dez H. N

21/Jun às 02h45min H. Syule 5

Yule é a noite mais longa do ano, nesse Sabbat nós bruxos reverenciamos o Deus renascido que governa a metade clara ano, a Deusa dá a luz ao Deus, que é homenageado como A Criança da Promessa.

Os costumes modernos que estão associados ao dia cristão do Natal, como o ato de colher ramos de visco (considerado pelos Druidas como mágico por possuir poderes de cura), o azevinho (que possui frutos vermelhos associados ao sangue menstrual da Deusa), as guirlandas são costumes pagãos que foram absorvidos pela Igreja Cristã, quando o Catolicismo começou a se estabelecer como religião predominante na Europa.

Até mesmo o maior símbolo do Natal cristão, a decoração da árvore, teve origem nos antigos costumes pagãos, onde as famílias traziam para dentro das casas uma linda e verde árvore, para que os Espíritos da Natureza tivessem um lugar aconchegante para passar o inverno, estes espíritos eram presenteados com os enfeites colocados nestas árvores e pedidos de força e esperança eram feitos.

Yule representa o retorno da luz, o retorno das esperanças, do calor e da fertilidade à Terra, celebrar o Yule é reafirmar a continuação da vida, pois o tempo é de reverenciar o Espírito da Terra, pedindo coragem para enfrentarmos os obstáculos e dificuldades que virão até a chegada da Primavera, é tempo de pedirmos aos Deuses que rejuvenesçam nossos corações e nos dêem forças para nos libertarmos das coisas antigas ou desgastadas.

Comidas: Bolos de Frutas, nozes, pães variados, vinho quente, uvas, maças e melões.

Cores: vermelho, verde, dourado e branco.

Deuses: O Deus como criança da Promessa e a Deusa como sua mãe.

Ervas: Azevinho, carvalho, visco, alecrim, urze, cedro, pinho, louro.

Pedras: Rubi, granada e olho de gato.

Erina Lyonesse é sacerdotisa da Tradição Diânica
Nemorensis, professora de Geografia e
Mitologia.

Erina Lyonesse é sacerdotisa da Tradição Diânica Nemorensis, professora de Geografia e Mitologia.

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Arquivado em 8ª edição - Yule 2009

Yule Log – Tronco de Yule

Em tempos pré-históricos, o
inverno foi um momento muito difícil para
o povo aborígine em latitudes do norte. As
tribos tinham que viver de armazenagem
de alimentos, animais e o que poderia
pegar. Eles temiam que o Sol desaparecesse
deixando-os em completa escuridão e frio.
A necessidade de calor e de fogo trouxe a
origem deste nosso costume, o Tronco de
Yule.
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Nesta noite mais longa do ano muitas são as
histórias sobre queimar o tronco de Yule,
nossos ancestrais acreditavam que com
esse ato afastariam os maus espíritos.
Com a evolução do tempo o Yule log se
transformou em um grande símbolo do
Sol s t í c io de inve rno, ut i l i z ando
ingredientes propícios desta época
encantamos nossa celebração com um
lindo bolo em forma de tronco trazendo a
tradição para nossa mesa.
Yule Log de chocolate….
Massa:
i6 ovos
i 3 xícaras de açúcar
i 3 xícaras de farinha de trigo
peneiradas
i 1 xícara de leite fervendo
i 2 colheres de sopa de fermento em pó
Modo de Preparo
Bata as claras em neve até ficar bem
consistente, acrescente as gemas uma a
uma sem parar de bater. Ainda sem parar de
bater coloque o açúcar e deixe bater até
ficar branquinho.
Desligue a batedeira, misture levemente
com uma colher, a farinha peneirada.
Coloque o fermento no leite fervendo e
despeje na massa então pode tornar a bater.
Asse em forno pré-aquecido por mais ou
menos 40min em forma untada e
enfarinhada.
Recheio:
Bater 4 gemas com 4 colheres (sopa) de
açúcar, juntar 4 colheres (sopa) de nozes
moídas e levar ao fogo, mexendo sempre,
até aparecer o fundo da panela.
Cobertura:
i 400g de chocolate meio amargo
i 1 xícara (café) de mel
Modo de Preparo:
Leve em banho-maria o chocolate e o mel.
Assim que o chocolate estiver derretido,
retire do fogo e bata com colher de pau até
consistência de creme.
Decore com cerejas e lascas de figo…
Feliz Yule, que o Yule log tragas doces
bênçãos! s
Ferris Noland é dedicado da Tradição Diânica
Nemorensis, mora em Brasília e desenvolve um
trabalho na área da gastronomia pagã que está
conquistando adeptos em todo Brasil.

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Em tempos pré-históricos, o inverno foi um momento muito difícil para o povo aborígine em latitudes do norte.As tribos tinham que viver de armazenagem de alimentos, animais e o que poderia pegar. Eles temiam que o Sol desaparecesse deixando-os em completa escuridão e frio. A necessidade de calor e de fogo trouxe a origem deste nosso costume, o Tronco de Yule.

Nesta noite mais longa do ano muitas são as histórias sobre queimar o tronco de Yule, nossos ancestrais acreditavam que com esse ato afastariam os maus espíritos. Com a evolução do tempo o Yule log se transformou em um grande símbolo do Sol s t í c io de inve rno, utilizando ingredientes propícios desta época encantamos nossa celebração com um lindo bolo em forma de tronco trazendo a tradição para nossa mesa.

azevinho

Yule Log de chocolate…

Massa:

Ingredientes

6 ovos

3 xícaras de açúcar

3 xícaras de farinha de trigo peneiradas

1 xícara de leite fervendo

2 colheres de sopa de fermento em pó

Modo de preparo:

Bata as claras em neve até ficar bem consistente, acrescente as gemas uma a uma sem parar de bater. Ainda sem parar de bater coloque o açúcar e deixe bater até ficar branquinho. Desligue a batedeira, misture levemente com uma colher, a farinha peneirada.

Coloque o fermento no leite fervendo e despeje na massa então pode tornar a bater.

Asse em forno pré-aquecido por mais ou menos 40min em forma untada e enfarinhada.

Recheio:

Bater 4 gemas com 4 colheres(sopa) de açúcar, juntar 4 colheres(sopa) de nozes moídas e levar ao fogo, mexendo sempre, até aparecer o fundo da panela.

Cobertura:

400g de chocolate meio amargo

01 xícara (café) de mel

Modo de Preparo:

Leve em banho-maria o chocolate e o mel. Assim que o chocolate estiver derretido, retire do fogo e bata com colher de pau até consistência de creme.

Decore com cerejas e lascas de figo…

Feliz Yule, que o Yule log tragas doces bênçãos.

Ferris Noland é dedicado da Tradição Diânica Nemorensis, mora em Brasília e desenvolve um trabalho na área da gastronomia pagã que está conquistando adeptos em todo Brasil.

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Arquivado em 8ª edição - Yule 2009

Festa Junina – A vida purificada no fogo pagão

lhe sobra em interesses comerciais. Porém,
não podemos negar que também somos
passíveis de gostar de alguns costumes das
festas Juninas, como por exemplo, as
comidas típicas, bebidas quentes e a
fogueira. E não devemos recear diante
desse gosto, pois pode estar no nosso
passado a relação que temos com essa festa
que é em sua origem a celebração do
Solstício de Verão no hemisfério norte.
Origem Histórica
A festa que originalmente comemora o
solstício de verão no dia 24 de junho no
hemisfério norte, foi transformada em uma
comemoração cristã na Idade Média, e
batizada como Festa de São João. A data
escolhida pela igreja católica para marcar
como nascimento de São João Batista
(aquele que purificava os judeus pecadores
no Rio Jordão) não foi ao acaso. Na cultura
pagã, em diversas ocasiões os elementos
água e fogo são utilizados para a realização
de purificação, através de banhos, infusões,
queimas e outros. Já o simbolismo bíblico
de João (o purificador) é o mesmo dos
elementos água e fogo no paganismo, que
pode ser constatado até mesmo nos
evangelhos pelas palavras do próprio “Eu
utilizo a água, mas aquele que vier depois
de mim batizará com o fogo”. Com essa
relação, era possível que a igreja realizasse
a transição religiosa de pagãos à cristãos,
sem que sofressem grandes impactos
culturais, e dessa forma aceitassem as
mudanças sem questionamento.
A igreja católica no concilio no ano de 452,
reuniu bispos da França e Itália para
combater costumes pagãos, declarando a
repressão cultural com afirmações como a
seguinte: “Que ninguem, na festa de São
João ou determinadas solenidades ligadas
aos santos, se dedique a observar os
solstícios, as danças e os cantos diabólicos”.
Com o passar do tempo, a purificação pela
água foi eliminada pela igreja, mas a
tradição da fogueira foi mantida e o
costume de pulá-las em busca de
purificação é realizada até a atualidade com
outras motivações.
Acesse o nosso blog e confira em breve o
link para as fotos da 5ª Conferência de
Wicca e Espiritualidade da Deusa.
Feliz Yule a todos!!
Sobrevivendo ao tempo
Mesmo que combatidas ferozmente pelas
cruzes da igreja, as fogueiras pagãs
resistiram ao tempo. As manifestações
Pagãs da festa resistem e vivem em outras
culturas pelo mundo, mesmo que
discretamente. Na França, às margens do
rio Loire, eram promovidos banhos
ritualísticos para eliminar energias
negativas, realizando assim, a purificação
do corpo. Nessas ocasiões, também era
possível observar as barcas em chamas, que
podiam ser vistas pelo rio purificando pelo
fogo.
Em alguns outros lugares, as tradições
mágicas do paganismo anteriormente
realizadas no solstício de verão, sobrevivem
e são praticadas sob máscaras e
nomenclaturas cristãs. Como por exemplo,
a tradição de beber o “orvalho de São João”
com o objetivo de que esse fluido pudesse
purificar as pessoas que o ingerisse.
Em outra situação, moças se adornavam
com flores vermelhas para dançar em torno
do fogo, a fim de melhorar a sedução do
futuro noivo. Aqui no Brasil, apesar de
muito modificada, essa tradição é tida
como danças de quadrilhas em torno das
fogueiras e casamentos cênicos. E por
último, vale citar também que no leste da
França, resistia o costume de arremessar
gui r landa de palha em chamas ,
simbolizando a roda do ano, do alto das
colinas para que fosse possível a
purificação e fertilização do solo pelas
forças masculinas do Sol sobre a Terra.
No fim das contas, mais uma vez,
concluímos que não importa quanto tempo
e espaço nos distanciam dos nossos
antepassados pagãos. Pois constantemente
estamos revivendo em nossos corações
aquilo que é mais importante, que é o
sentimento antigo vivo na atualidade.
Vivemos o contato direto com as nossas
origens pagãs, mesmo que disfarçadas com
máscaras do presente. O passado revive em
nossa essência, trazendo no frio de junho a
lembrança do calor da roda nórdica que
atravessou os séculos. s
André Correia
Psicólogo Clínico e Bruxo
andrecorreiapsi@hotmail.com

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Já é do nosso conhecimento que muitas das festas e comemorações da cultura brasileira atual são baseadas no calendário e costumes cristãos. O que poucas pessoas sabem, é que muitas dessas festas e costumes celebrados e festejados são enraizados nas culturas pré-cristãs e recheadas de simbolismos, magia e espírito pagão. Sabendo isso, é possível relacionarmos as festas ditas cristãs, como a Páscoa, o Natal, o Dia de Finados e a Festa Junina, com as festas pagãs Ostara, Yule, Samhain e Litha respectivamente (com adaptações a roda norte/sul).

No Brasil uma das festas mais esperada e amplamente comemorada, é a Festa Junina. Sempre marcada pelas noites frias, ao contrário do que acontecia no hemisfério norte, no seu passado histórico.

Nos costumes brasileiros, as igrejas das cidades realizam quermesse com muitas atrações para recolher lucros em troca de algumas prendas. Não é difícil reconhecer que tal costume, pouco tem de religioso, e lhe sobra em interesses comerciais. Porém, não podemos negar que também somos passíveis de gostar de alguns costumes das festas Juninas, como por exemplo, as comidas típicas, bebidas quentes e a fogueira. E não devemos recear diante desse gosto, pois pode estar no nosso passado a relação que temos com essa festa que é em sua origem a celebração do Solstício de Verão no hemisfério norte.

Origem Histórica

A festa que originalmente comemora o solstício de verão no dia 24 de junho no hemisfério norte, foi transformada em3168126389_544d04e739 uma comemoração cristã na Idade Média, e batizada como Festa de São João. A data escolhida pela igreja católica para marcar como nascimento de São João Batista (aquele que purificava os judeus pecadores no Rio Jordão) não foi ao acaso. Na cultura pagã, em diversas ocasiões os elementos água e fogo são utilizados para a realização de purificação, através de banhos, infusões, queimas e outros. Já o simbolismo bíblico de João (o purificador) é o mesmo dos elementos água e fogo no paganismo, que pode ser constatado até mesmo nos evangelhos pelas palavras do próprio “Eu utilizo a água, mas aquele que vier depois de mim batizará com o fogo”. Com essa relação, era possível que a igreja realizasse a transição religiosa de pagãos à cristãos, sem que sofressem grandes impactos culturais, e dessa forma aceitassem as mudanças sem questionamento.

A igreja católica no concilio no ano de 452, reuniu bispos da França e Itália para combater costumes pagãos, declarando a repressão cultural com afirmações como a seguinte: “Que ninguem, na festa de São João ou determinadas solenidades ligadas aos santos, se dedique a observar os solstícios, as danças e os cantos diabólicos”.

Com o passar do tempo, a purificação pela água foi eliminada pela igreja, mas a tradição da fogueira foi mantida e o costume de pulá-las em busca de purificação é realizada até a atualidade com outras motivações.

Sobrevivendo ao tempo

Mesmo que combatidas ferozmente pelas cruzes da igreja, as fogueiras pagãs resistiram ao tempo. As manifestações Pagãs da festa resistem e vivem em outras culturas pelo mundo, mesmo que discretamente. Na França, às margens do rio Loire, eram promovidos banhos ritualísticos para eliminar energias negativas, realizando assim, a purificação do corpo. Nessas ocasiões, também era possível observar as barcas em chamas, que podiam ser vistas pelo rio purificando pelo fogo.

Em alguns outros lugares, as tradições mágicas do paganismo anteriormente realizadas no solstício de verão, sobrevivem e são praticadas sob mascaras e nomenclaturas cristãs. Como por exemplo, a tradição de beber o “orvalho de São João” com o objetivo de que esse fluido pudesse purificar as pessoas que o ingerisse. Em outra situação, moças se adornavam com flores vermelhas para dançar em torno do fogo, a fim de melhorar a sedução do futuro noivo. Aqui no Brasil, apesar de muito modificada, essa tradição é tida como danças de quadrilhas em torno das fogueiras e casamentos cênicos. E por último, vale citar também que no leste da França, resistia o costume de arremessar guirlanda de palha em chamas, simbolizando a roda do ano, do alto das colinas para que fosse possível a purificação e fertilização do solo pelas forças masculinas do Sol sobre a Terra.

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No fim das contas, mais uma vez, concluímos que não importa quanto tempo e espaço nos distanciam dos nossos antepassados pagãos. Pois constantemente estamos revivendo em nossos corações aquilo que é mais importante, que é o sentimento antigo vivo na atualidade. Vivemos o contato direto com as nossas origens pagãs, mesmo que disfarçadas com máscaras do presente. O passado revive em nossa essência, trazendo no frio de junho a lembrança do calor da roda nórdica que atravessou os séculos.

André Correia é psicólogo clínico e bruxo andrecorreiapsi@hotmail.com

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Costumes do Antigo Egito

Vamos agora conhecer um pouco mais dessa antiga civilização que há muitos milênios vem encantando gerações pelos seus mistérios.

            Conheceremos um pouco de sua escrita, cosmetologia, culinária e costumes.

A ESCRITA

            A língua egípcia é uma língua morta, mas que por milhares de anos foi usada por esse povo. Sua língua não só era utilizada para a comunicação do dia-a-dia, registros reais ou textos como também uma forma de magia.

            Segundo as crenças egípcias os segredos dos hieróglifos teriam sido entregues pelo deus Tehuti (Toth). Os egípcios chamavam sua língua de medunejter, que quer dizer: palavra sagrada.

            Logo abaixo temos o alfabeto egípcio para que possamos escrever nossos nomes e também um exemplo simples de encantamento de proteção.

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Se colocar seu nome dentro do cartucho, você terá um tradicional amuleto de proteção egípcia, basta consagrá-lo. Veja o exemplo como ficaria o nome Diana.

cartucho

             Além disso, vejamos algumas palavras em antigo egípcio para que possamos conhecer um pouco mais da língua falada na época dos antigos faraós.

Kemet = negra (o nome do Antigo Egito)          Dsheret = vermelha (o deserto)

Netjer = deus                       Netjeret= deusa       Hotep = paz, satisfação

Nefer = belo, bom               Nefert = bela, boa    Neferu = belos, bons

Nefer duait = bom dia        Nefer mecheru = boa tarde  Nefer kaui = boa noite

 

CULINÁRIA EGÍPCIA

            Os egípcios tinham uma alimentação que hoje sabemos ser muito equilibrada, afinal eles eram amantes da vida e como tal cuidar-se é importante. Lembre-se sempre que nosso corpo é nosso templo sagrado e deve ser preservado.

            Os egípcios consumiam em geral, peixes, frutas, carnes, verduras, legumes e cereais.

            Para beber os egípcios apreciavam muito a cerveja e o vinho. A cerveja inclusive tem origem egípcia, porém o seu sabor e textura é bem diferente da cerveja que conhecemos atualmente. O vinho era geralmente feito de tâmaras, só com a chegada dos gregos que os egípcios passaram a produzir vinhos com uva.

 

COSMETOLOGIA

            Os primeiros indícios de maquiagem datam do Antigo Egito, e simplesmente é o batom que hoje conhecemos, porém esse era feito de óxido de ferro. Além disso, os egípcios aprenderam a usar diversos materiais para a confecção de maquiagem, como minerais e pedras.

            Muitas dos costumes da maquiagem de hoje em dia são de origem egípcia, como por exemplo, delinear os olhos, pintar as pálpebras, os lábios, as bochechas.

            Outro fator curioso é que o perfume também teve origem no Antigo Egito, com os sacerdotes que produziam nos templos os óleos aromáticos utilizados para unção ritual deles próprios e das estátuas. Os egípcios consumiam muito óleos aromáticos para perfumarem seus corpos e protegerem-se do calor escaldante do dia.

            Uma das primeiras mulheres a escrever um livro sobre cosméticos foi Cleópatra, a famosa ultima rainha egípcia da época ptolomaica. Em seu livro podemos encontrar aplicações de argila na face, massagens corporais com óleos aromáticos, banhos de leite de cabra, dentre muitas outras curiosidades dos costumes de beleza das mulheres do mundo antigo.

            Espero que essas poucas informações ajudem aos buscadores encontrarem os caminhos corretos para seus estudos.

Jameku khet ne Netjeret!

Abençoados sejam povo da Deusa!

 

Nefersaaset (Andrei Cesar) é estudioso da
cultura egípcia, filho de Aset (Ísis) e adora
traduzir hieróglifos.

Nefersaaset (Andrei Cesar) é estudioso da cultura egípcia, filho de Aset (Ísis) e adora traduzir hieróglifos.

Comentários desativados em Costumes do Antigo Egito

Arquivado em 5ª Conferência de Wicca e Espiritualidade da Deusa